Card de Viagem
Período de viagem17/03/2017 a 22/03/2017
EstaçãoOutono
TemperaturaMínima de 11ºC e máxima de 40ºC (o clima lá é louco)
Câmeras utilizadasAction Camera: Xiaomi Yi
Celulares: Samsung Galaxy S7
Itinerário de Viagem– São Paulo a Luanda
– Luanda a Cidade do Cabo
– Cidade do Cabo a Luanda
– Luanda a São Paulo
Hospedagem– Apartamento no Airbnb, na Cidade do Cabo
LinguagemUm monte, mas, principalmente, Inglês e Africâner.
Linguagem para sobreviverInglês (britânico, like a sir) é o suficiente.
DinheiroLevar dólares (USD), trocar por rand (ZAR).
Optamos por utilizar cartões de cŕedito na maior parte do tempo, pois quase todo lugar aceitava.

Sobre a Viagem

Em nosso aniversário de casamento, virou alguma espécie de rotina viajar. Não que a gente precise de motivo para isso, mas que tal aproveitar?
“Mas a África? Você vai mesmo para a África?”. Confesso que até me interessaria em conhecer os países mais pobres e ter alguma noção de nosso mundo, acho que me ajudaria a crescer. Porém devo avisar que a Cidade do Cabo, especificamente, uma das três capitais da África do Sul, é uma espécie de ilha da fantasia com relação ao restante do continente. Segundo o que me diziam, parecia Europa em termos de infraestrutura. Eu, eu não conheço o continente velho, não tenho condições de fazer a comparação, mas posso dizer, sim, que é uma cidade linda, avançada e segura. Existem guetos e pobreza aqui ou ali em regiões afastadas, sim, porém em toda a parte turística é bem tranquilo. Eu não tenho como não recomendar a quem quer que seja.
Ah, e você leu certo, a Cidade do Cabo é uma das três capitais da África do Sul. É bem diferente isso – lá existe uma capital para cada Poder, sendo a Cidade do Cabo a capital Legislativa; Joanesburgo a capital Judiciária; e Pretória a capital Executiva. Louco, não? É como se tivéssemos três Brasílias!
Decidimos visitar somente a Cidade do Cabo para ser uma viagem light e menos cara. Acabou que não foi lá muito barato por conta dos passeios que fizemos. Se der na telha, talvez voltemos lá para conhecer Joanesburgo.

Vídeo Musical da Viagem

Não deixe de ver o nosso vídeo da viagem acima, ao som de “Bon Ap!”, do Luciano Supervielle, “Waka Waka (This Time for Africa)”, da Shakira, e “Around the World”, do Daft Punk.

O vídeo mostra todas as localizações que visitamos na África do Sul em um ritmo bem animado, com direito até mesmo a coreografia da Shakira. São 5 minutos de vídeo que, prometo, não te deixarão entediado. Assistam! E se inscrevam em nosso canal!

Guia da Cidade do Cabo

Vale a pena visitar a Cidade do Cabo?

Muuuuita coisa pra fazer!

Sim, inclusive recomendo para qualquer pessoa. Não fizemos tudo, mas olha só um resuminho do que tem pra fazer:
  • Passear pela cidade;
  • Jantar nos restaurantes maravilhosos do V&A Waterfront;
  • Visitar a ilha da prisão de Nelson Mandela, a Robben Island;
  • Aproveitar eventos africanos, a depender da época. Nós vimos, por exemplo, um carnaval.
  • Visitar a Table Mountain, ou Montanha da Mesa, que, a propósito, é uma das 7 maravilhas naturais do mundo moderno;
  • Escalar a Lion’s Head e, quem sabe, saltar de parapente de lá.
  • Fazer um tour histórico até o tal do Cabo da Boa Esperança, que a gente ouve tanto falar na escola;
  • Ver pinguins na Boulder’s Beach;
  • Visitar cidades próximas, como Simon’s Town, e as lindíssimas cidades coloniais Stellenbosch e Franschhoek;
  • Fazer tours de vinhos maravilhosos no Constantia Valley ou em Stellenbosch/Franschhoek. Para quem é amante de vinícolas, a Cidade do Cabo é um lugar perfeito que só! Você pode reservar um tour aqui.
  • Fazer um “safari”, que são chamados lá de game drives, porque não são safaris propriamente ditos, mas passeios em grandes fazendas de animais andando livremente.
  • Mergulhar com os tubarões (reservar aqui). É um passeio caro, mas não tão caro quanto em outros lugares no mundo, então pode ser a oportunidade.
  • Mergulhar com focas fofinhas com a Animal Ocean.
  • Visitar um parque de aves World of Birds, que é o maior da África.
  • Visitar um cassino enorme, com direito a cenários temáticos no interior que lembram os de Las Vegas.
  • Visitar um Aquário, o Two Oceans Aquarium, que é bem interessante, com inúmeras espécies de vida marinha.
  • Fazer o passeio da Garden Route de carro, aproveitando os game drives da região, as belas cidades, e, inclusive, podendo fazer um dos maiores bungee jumps do mundo.
Então, como se vê, muita coisa pra fazer na cidade. Ou pouca, depende do referencial de gente chatinha.

Mas… África. Não é tipo pobre, perigoso e cheio de bicho que vai te comer?

Ficamos impressionados com alguns estabelecimentos, como o Grand Hotel/Casino Grand West. Não tem nada disso no Brasil…

Largue de ser preconceituoso. Pra ser sincero, o que você vai encontrar na Cidade do Cabo é modernidade. A todo momento ficávamos pensando, “mas, ué, por que não tem isso no Brasil?”. Frustra, sabe. A gente desde sempre tem uma imagem da África dos livros de geografia com as crianças passando fome, e, de fato, se visitar países próximos do Saara, provavelmente vai ver essa paisagem triste mesmo, decorrente de uma exploração de escravos que jamais deveria ter acontecido, mas, quando chegamos na África do Sul, era outra coisa. Como lidar? Não é síndrome de vira-lata não, gente. Isso é real.

Então, bem, perigoso não é. Em alguns bairros talvez seja, mas, nos mais turísticos, não é. Ao menos de dia. Claro, é sempre bom ter cuidado durante a noite.
Em tempo, refiro-me à Cidade do Cabo. Nada posso afirmar sobre Joanesburgo, mas me disseram que, lá, a coisa é diferente, que é mais perigoso.

Quantos dias seria o ideal?

6 dias seriam perfeitos para conhecer muito bem a cidade e os arredores. Agora, se quiser fazer a Garden Route, seriam duas semanas. Não fizemos.

Onde se hospedar?

Quanto mais perto do V&A Waterfront você estiver hospedado, melhor.

Tente se hospedar o mais próximo possível do V&A Waterfront, que é o point da cidade, cheio de restaurantes, atrações, além de ser bastante seguro. Infelizmente, quanto mais próximo do V&A Waterfront, mais caro. Dessa forma, os bairros Green Point e Sea Point são as nossa sugestões.

Recomendo explorar o Airbnb, um serviço de aluguel de apartamentos internos ou quartos. Os preços costumam ser convidativos.
O Partiu Viajar Blog também dá ótimas opções de hospedagem, e você pode conferi-las no post deles.

O que precisa para ir para a Cidade do Cabo?

Passaporte e Carteirinha de Vacinação
Além da passagem aérea ou marítima (sempre lembrando que, na falta dessas, sempre é possível atravessar o atlântico a nado, boa sorte), os itens necessários são:
  1. Passaporte brasileiro, 6 meses antes da data final de validade; e
  2. Certificado Internacional de Vacina. Necessariamente vacina da Febre Amarela.
Sem qualquer um dos dois, não se entra na África do Sul. Não adianta chorar. Inclusive, a TAAG especificamente pede o Cartão Internacional de Vacina logo no check-in. Acho que toda empresa aérea deveria tomar esse cuidado.

Para tirar o Certificado Internacional de Vacina da Febre Amarela, com os dizeres escritos em inglês Yellow Fever, primeiro fazer o cadastro aqui, e dirigir-se a um centro de atendimento da ANVISA, cuja lista está aqui. É necessário levar um documento com foto. Recomendo o RG, pois ele não muda de número, assim não é necessário renovar o Certificado Internacional de Vacina.

Atenção: caso queira alugar um carro, é necessário tirar a Permissão Internacional para Dirigir. Ouvi de algumas pessoas que não tiraram e, na hora de alugar o carro, não pediram, mas é obrigatório, então, melhor tirar, né?

Como se locomover?

Hop-on Hop Off de Vinículas. Ideia genial, sim ou sim?


São várias opções:

  • Taxi, caso seja masoquista e queira ser explorado e jogar bastante dinheiro no lixo. Pegamos um taxi para nunca mais. O mesmo percurso deu 10x mais caro com Taxi em relação ao Uber, e não estou brincando;
  • Uber, que é relativamente barato e abrange não só a Cidade do Cabo como também a maioria das cidades vizinhas.
  • Aluguel de carro, que é o mais cômodo. Dois problemas: é necessário tirar a Permissão Internacional para Dirigir, e, veja só, lá é mão inglesa, ou seja, tudo invertido. Dizem que você dirige feito um retardado no início, e que bate a mão na porta tentando procurar a embreagem, mas que logo se acostuma e fica até divertido. Porém, notamos que tudo é muito bem sinalizado, que as vias são ótimas (além de lindas), e, para alguém que curte dirigir, não há de ser problema.
  • Ônibus Hop-on Hop-off: para quem não conhece, são ônibus que circulam pela cidade em linhas e periodicidades bem definidas. Você só paga uma diária e pode subir e descer deles quantas vezes quiser. Prático e barato. Na África do Sul, há a empresa Citysight Seeing, que abrange muitos pontos turísticos, então, para quem não quiser se preocupar muito, é uma boa opção. Eles fornecem fones de ouvido para ouvir descrições dos lugares, o que é ótimo. Tem inclusive em português (que alterna ora entre o de portugal, ora entre o brasileiro). Ah, e tem uma linha só de vinícolas, a linha roxa, o que é uma ideia genial. Infelizmente, o ônibus não leva para algumas cidades vizinhas, como Stellenbosch e Franschoekk.
  • Sidecar: a Citysight Seeing também oferece passeios em motos com side-cars utilizados na 2ª guerra mundial. Há tours com rotas dentro da cidade, e também o tour até o Cabo da Boa Esperança. Não se pode dirigi-lo, um motorista qualificado irá fazê-lo. Mas nada impede que você tire uma foto de poser.
  • Tours em ônibus: é uma opção para quem não se importar com o tempo corrido de 10 minutos para ver lugares lindos. Você tá naquele lugar mais bonito da tua vida e tem uma mulher gritando na sua cabeça “SÓ 10 MINUTOS AQUI, CORRAM CORRAM CORRAM, QUEM FICAR PRA TRÁS FICA AQUI SOZINHO, VALEU FALOWS”. Super divertido. Às vezes é a opção.
Nós optamos por não alugar carro, pois não gostamos de dirigir, então utilizamos todos os outros meios de transporte citados.
 
Importante ressaltar: não existem linhas de metrô pela Cidade do Cabo, mas existe trens entre algumas cidades. Não são muito úteis para turistas, servem mais para quem mora lá.

Como é a comida? Onde comer?

De longe a melhor foto da viagem. No restaurante Moyo, delícia de comida e menina botando o dedo no nariz.
De proporcionar orgasmos múltiplos. Sério, não teve nada que a gente tivesse comido na África do Sul que tenha sido tipo sequer próximo do “eca”. Claro, a gente não é muito exigente com comida, então nossa opinião sobre o assunto pode não servir para alguns leitores (não se sinta mal e não ache que a indireta é para você), mas achamos uma delícia.
E bem diversa. Sugiro assistir novamente a abertura de O Rei Leão para ter ideia dos animais que você vai comer. Amigos do Timão e Pumba. Crocodilos (meus favoritos). Antílopes.
Não deixem de visitar o restaurante Mama África e experimentar um prato “Big Five”.

De resto, os bons restaurantes estão todos concentrados no V&A Waterfront.

Para quem é vegano e achou os parágrafos anteriores um absurdo que só, tem opção também. Não somos especializados, mas, como disse, a gastronomia é bem diversa.

É caro?

Um dos passeios caros… Mas que valeu a pena!
Comida eu achei barato. Entradas em estabelecimentos também. Só alguns tours que exigem tirar o escorpião do bolso (naturalmente, espera-se que sobre algo no bolso também após a retirada do bichinho). Somente o tour para mergulhar com as focas foi barato. Se quiser fazer safari ou mergulhar com tubarões, há-de se reservar um dinheirão dos bons.
Exemplos (preços de 2017):
ServiçoValor em Rand (ZAR)Valor em Reais (BRL)
Jantar no Gibson’s Gourmet Burgers (1 Ribs, 1 Mac ‘n’ Cheese, 2 taças de vinho)380,0094,23
Restaurante italiano San Marco (1 carpaccio, 1 t-bone steak, 2 taças de vinho)488,00121,02
Almoço no Restaurante Moyo, no Kristenbosch (1 porção de camarão empanado, 1 porção de peixe empanado, 2 sucos)248,0061,50
Jantar no Restaurante Mama Africa (1 porção de carnes Big Five, 1 drink, 1 cerveja)430,00107,29
Jantar no KFC (2 combos)89,8022,41
1 chip de celular Vodacom – 1 GB254,0062,98
Degustação de Vinhos na Groot Constantia (5 taças de vinhos, pacote de biscoito) (p.p.)75,0018,60
Bondinho ida e volta na Table Mountain (p.p.)192,5024,00
Mergulho com Tubarões na Great White Shark, em Gansbaai (p.p.)2150,00533,15
Entrada no Two Oceans Aquarium (p.p)60,0014,90
Entrada no World of Birds Wildlife (p.p.)75,2018,00
Mergulho com as Focas (p.p.)800195,00
Tour de Vinhos em Stellenbosch e Franschhoekk (com degustações) (p.p.)990245,76
Show do Blue Man Group no Cassino28570,76
Sobretudo no shopping do Waterfront1199297,66

 
Na verdade, como vê, nossa viagem foi cara pra cacete. A gente ficou falando "ah, é viagem de aniversário de casamento" e perdemos a noção dos gastos. Para pessoas tão murrinhas quanto a gente, é de dar vergonha.

Quero ver animais, o que posso fazer?

Simpáticos pinguins na Boulder's Beach.

Você pode fazer Safaris Big Five, que não são Safaris. Como disse, são game drives. Você sobe em um carro, ou em um cavalo, ou até mesmo em uma bicicleta, dependendo do estabelecimento, e passeia por enormes propriedades privadas contendo animais andando livremente. Contudo, não é a lei da selva que age ali, os animais são alimentados pelos proprietários, o que torna a experiência artificial. É caro, e, tendo isso em vista, não fizemos.

Se quiser saber mais sobre o Big Five, acesse o post da Receitinhas e Viagens sobre o assunto!

Se quiser realmente fazer safaris de verdade, recomendo os da Namíbia, que, segundo contos de amigos, é um país sensacional; ou então no Kruger, que fica próximo de Joanesburgo. Para isso, tem o post Vivenciando um Safari no Kruger, do blog Mochilão a Dois, que vai te ajudar caso queira fazer o mesmo!
Também pode fazer passeio com focas, que é excelente, fizemos. As focas se parecem com cachorros e brincam com você. E você vê MUITAS. É inacreditável a população de focas lá. Faça.
Além disso, há o mergulho com tubarões fofinhos. Também fizemos.
Em ambos os passeios aquáticos, vale a pena lembrar que a água é gelada que chega a doer os ossos, e não acostuma nunca.
Há também um parque de aves e um aquário. Ah, e você pode ver pinguins vivendo naturalmente na Boulder's Beach.

Dá pra fazer intercâmbio lá?

Olha, é uma ótima ideia! Ainda mais se quiser aprender inglês. O inglês deles tem aquele sotaque carregado britânico, e há várias línguas oficiais. Mas todos que conheço que fizeram intercâmbio lá, gostaram! No blog O Mundo dá Voltas, o post "Por que fazer intercâmbio na África do Sul?" pode te ajudar nessa decisão!

Como é o clima?

Pôr-do-sol na Camps Bay. Um dos melhores e com a maior quantidade de vento!
Visitamos em Março. 
O clima de lá eu mesmo sugeriria que levassem para o manicômio, e que colocassem nele uma camisa de força das mais pesadas! Observem que pegamos lá 10ºC e 40ºC em um período de 5 dias, isso sem contar a temperatura da Table Mountain, que deve ter sido menor ainda.
Quando chegamos, estava bem frio. Nos restautantes, a noite, havia vários daqueles aparelhos que emitem calor. Até usamos as mesmas roupas de Bariloche no topo da Table Mountain. Porém, chegando perto do fim da viagem, algo aconteceu e o clima ficou muito quente, a ponto de colocarmos roupas típicas do Rio de Janeiro, hahahaha! Não foi legal aguentar 40ºC. Torramos.
Bem que o nosso anfitrião do Airbnb, quando mandei mensagem perguntando se choveria mesmo, como se era possível ver na previsão do tempo, nos dizia que o clima lá era louco e que tudo poderia mudar a qualquer instante, e que não havia previsão do tempo que fosse acertar isso.

Independentemente disso, costuma ventar muito em vários pontos da cidade. Além disso, o pôr-do-sol lá é sempre inacreditável.

Resumo da ópera: leve roupas de frio e roupas frescas.

Quero cair na balada. Tem?

Não é a nossa montanha de neve (a gente prefere montanha de neve a praia, então temos que adequar as frases), mas, sim, tem.
Você vai encontrar as baladas na Long Street. É uma rua muito louca, mas ficamos com um pouco de medo dela. Lembra um pouco a Khaosan Road, de Bangkok (veja nosso relato), só que não sentimos a mesma energia. Pra ter noção, assim que descemos de Uber na rua, veio um cara nos oferecer drogas...
Inclusive, notamos vários hostels lá, e todos eles eram badaladíssimos com música bem alta. Pra quem tiver a fim disso, é o lugar.

1 Pergunta, 1 Resposta

Cabo da Boa Esperança.
Um quadro que vamos fazer aqui no blog para cada um dos FAQs: 1 pergunta, 1 resposta. Cada um de nós dois responde a uma pergunta sem saber a resposta do outro, e sem pensar muito. É uma ideia derivada do que os amigos do Piña fizeram pela primeira vez no desafio Wanderlust. Para nossa surpresa, muitos combinaram :) Vamos lá:
PerguntaIgorLiliam
Lugar mais bonitoTable MountainCabo da Boa Esperança
Melhor restauranteMoyoMoyo
Passeio mais legalSidecar ao Cape PointMergulho com as Focas
Um lugar estranhoLong StreetLong Street
Voltaria para...Mergulhar mais com as focas!Ver os pinguins melhor!
Pior experiênciaFicar preso em um congestionamento no Sidecar.Não teve.
Queria fazer, mas não fizSubir na Lion's HeadPrisão do Nelson Mandela.
Melhor pôr-do-solTable MountainTable Mountain
Melhor vinícolaBeau ConstantiaBeau Constantia

Roteiro (Índice de Posts)

Dias #0 e #1: Tubarões e Table Mountain, Cidade do Cabo

No dia em que chegamos, já fomos visitar a V&A Waterfront em busca de comida. Jantamos ribs e Mac'n'Cheese no Gibson's Gourmet Burgers & Ribs

No outro dia, já começamos o dia fazendo um mergulho com tubarões na cidade de Gansbaai. Ironicamente, o que mais deu medo foi a água gelada! Após isso, visitamos a Table Mountain, onde observamos um maravlhoso pôr-do-sol. Por fim, voltamos ao V&A Waterfont e jantamos no San Marco.

O vídeo acima é sobre a nossa visita à Table Mountain em nosso canal do YouTube. Ele é curto, com 4 minutos, mas com muitas informações, narração empolgada, além de divertido. Experimente vê-lo!

Dia #2: Kristenbosch Gardens e vinícolas Constantia Valley, Cidade do Cabo

No segundo dia, pegamos um ônibus hop on/hop off da City Sightseeing e visitamos o Kristenbosch Gardens, um parque enorme, bem agradável e com flora riquíssima. Nele, almoçamos no restaurante Moyo, que possui um estilo típico africano. Após isso, seguimos, usando a linha roxa do hop on/hop off, por duas vinícolas do Constantia Valley: Groot Constantia e Beau Constantia.

Dia #3: Sidecar pela Península do Cabo: Cabo da Boa Esperança, Boulder's Beach, Simon's Town

No terceiro dia, fizemos um passeio de Sidecar pela Península do Cabo, com destino ao Cabo da Boa Esperança. Reservamos pelo site da City Sightseeing. No passeio, primeiro, fomos direto até o Cabo da Boa Esperança, e voltamos passando por Boulder's Beach (a praia dos pinguins), Simon's Town (uma cidade portuária com estilo colonial britânico) e pela incrível estrada Chapman's Peak, que é imperdível para quem visita a Cidade do Cabo.
Assim que voltamos do passeio, assistimos a um pôr-do-sol na Cape Wheel, a roda gigante do V&A Waterfront. Depois, jantamos no Balthazar Restaurant Wine & Bar.
O vídeo acima é sobre esse nosso passeio ao Cabo da Boa Esperança. Ele é curto, porém bem informativo, vai tirar suas dúvidas sobre ele, e vai te querer fazer visitar esses lugares tão lindos!

Dia #4: Dia Animal - Mergulho com Focas, World of Birds e Two Oceans Aquarium

No quarto dia, fomos até Mariner's Wharf da Hout's Bay e fizemos um mergulho com as adoráveis focas, que, acredite, se parecem muito com cachorros. Reservamos esse passeio no site Animal Ocean. Almoçamos no restaurante The Wharfside Grill, que tem temática de piratas, muito bom. Partimos, então para o World of Birds para ver alguns pássaros, embora o que tenha me chamado mais a atenção foram uns micos super amigáveis! Por fim, visitamos o Two Oceans Aquarium, no V&A Waterfront, que é excelente e conta com uma boa variedade de animais marítimos!

Jantamos no restaurante Mama África na badalada Long Street, que é bem típico da África, e tem, inclusive, música boa!

Dia #5: Passeio de vinhos por Stellenbosch e Franschhoek

No quinto dia, em que comemorávamos 2 anos de casados, fizemos um tour por vinícolas de Stellenbosch, Franschhoek e Paarl. Além de conhecer as duas cidades históricas, as vinícolas que visitamos foram: Zevenwatcht Wine Estate, Rickety Bridge Winery e KWV.

Dias #5 e #6: Grand West Casino e Cheetah Outreach

No final do quinto dia, ainda visitamos o Grand West Casino, em Cape Town, para assistir a um show do Blue Man Group. Para a nossa surpresa, o cassino é enorme e vale a visita!

Já no último dia visitamos o Cheetah Outreach, uma reserva de guepardos.

Links

A Liany do blog Mochilão a Dois escreveu um Roteiro de 10 dias pela África do Sul completíssimo, com direito a um pouquinho de Joanesburgo e também de Safari no Kruger, que não conhecemos. Pode ir lá para conferir!